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Transporte de animais no voo: regras e responsabilidade

Ao aceitar transportar o seu animal, a companhia assume a responsabilidade pelo bem-estar dele durante a viagem. Se o pet sofre dano, adoece por má condição de transporte ou, no pior caso, morre por falha da empresa, há direito a reparação material e moral.

Como funciona

O transporte segue as regras de cada companhia (cabine ou porão, peso, caixa, documentação e vacinas). O tutor deve cumprir os requisitos; a companhia, por sua vez, deve garantir condições adequadas de temperatura, ventilação e manuseio.

Quando há responsabilidade da companhia

O vínculo afetivo conta: a perda ou o sofrimento de um animal de estimação é reconhecido pela Justiça como dano moral relevante, além do ressarcimento material. Guarde laudos veterinários e o contrato de transporte.

Perguntas frequentes

Meu pet passou mal no voo. A companhia responde?

Se o problema decorreu das condições de transporte, sim. Laudo veterinário é prova importante.

Cabe dano moral pela perda do animal?

Sim. A Justiça costuma reconhecer o abalo pela perda de um animal de estimação, além do dano material.

Cumpri todas as regras e mesmo assim deu problema. E agora?

Cumpridos os requisitos pelo tutor, a falha nas condições de transporte é responsabilidade da companhia.

Qual o prazo para reclamar?

Em regra, 5 anos para voos nacionais e 2 anos para voos internacionais.